Prezados clientes, desde Janeiro 2010 já estamos atendendo em nosso novo endereço, agora tambem com artigos para casa: Utilidades Domésticas.
Novo Endereço: Rua Tiers, 667 - CEP 03031-000 - Pari Fone: (11) 2292-7182 (permanece o mesmo) email: vendas@marvic.com.br
A Marvic Enxovais trabalha desde 1972 com artigos para Cama, Mesa e Banho, nas diversas marcas, cores e modelos: lençóis, colchas, toalhas de banho e rosto, tapetes, cortinas, kits completos, enfim, tudo o que sua casa, pousada, ou hotel precisa para ficar sempre bonito.
Fundada em um dos maiores pólos comerciais, o Brás, mudou-se em Janeiro de 2010 para o novo polo comercial do PARI, especializado em artigos para casa, com o objetivo de aumentar o ramo de atuação: agora, além dos artigos de cama, mesa, banho e tapetes, trabalhamos também com artigos de presentes e utilidades domésticas. Dispomos de um estoque com capacidade para atender diversos pedidos com pronta entrega, inclusive no atacado.
Missão: Fornecer uma grande variedade de produtos de cama, mesa e banho utilidades e presentes aos seus clientes a preços baixos, através de um atendimento superior e diferenciado, em um ambiente de compras agradável e prazeroso, garantindo a sustentabilidade e perpetuação da empresa.
Visão: Ser a escolha número 1 para produtos de cama, mesa e banho, utilidades e presentes.
Valores:
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O Brás é o primeiro bairro partindo do centro da cidade de São Paulo em direção ao leste, sendo cortado pelas várzeas do rio Tamanduateí na sua porção ocidental, e a do Tietê na parte setentrional.
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No século XVIII existia no terreno do atual largo da Concórdia uma chácara de propriedade de um português chamado José Brás. José Brás mandou erguer em suas terras uma capela para o Senhor Bom Jesus dos Matosinhos. Em torno dessa capela formou-se um povoado.
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Entre o século XVII e a segunda metade do século XIX o único traço urbano da zona leste era o Caminho da Penha, que unia a capela da Nossa Senhora da Penha ao Pátio do Colégio e adjacências. Esse caminho existe até hoje e é formado pelas avenidas Rangel Pestana e Celso Garcia.
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O Brás evidencia a mutação da pacata São Paulo colonial e imperial em proto-metrópole no fim do século XIX. Em 1872 possuía 974 habitantes, em 1893, possuía 32.387 habitantes.
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A implantação das estações da São Paulo Railway (Estrada de Ferro Santos - Jundiaí, 1867), do Norte (Estação Roosevelt, 1877) e da Hospedaria dos Imigrantes (1888) explicam o adensamento demográfico do Brás e a sua transformação funcional de área rural em industrial.
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A várzea do Carmo, atual Parque D.Pedro II, era porção da várzea do rio Tamanduateí que se situava entre o centro da cidade (Sé) e o atual largo da Concórdia. Em 1870 a câmara municipal transformou a várzea do Carmo em depósito de todo lixo paulistano. Entre 1900 e 1914 processa-se a canalização do Tamanduateí e o aterramento da várzea do Carmo. Em 1914, projeto transforma a várzea em parque, que em 1921 torna-se D. Pedro II.
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Em 1910 o Brás concentrava cerca de 70% da força de trabalho do setor têxtil, composta por 10.204 operários (80% de italianos, 11% de portugueses, 5% de espanhóis).
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O Brás foi a face industrial da cidade de São Paulo até os anos 40.
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O Brás sofreu o impacto das transformações tecnológicas e de gestão empresarial pós Segunda Guerra Mundial, determinando a obsolescência de empresas como o Cotonifício Crespi e a Matarazzo.
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O Brás teve sua rotina alterada nos anos 50 através do Plano de Metas de JK, que incentivou a produção de bens de consumo duráveis e a penetração massiva de capitais estrangeiros na região do ABC, e a construção da radial leste (1957) que separou os bairros do Brás e da Móoca.
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O Brás viveu uma de suas mais calamitosas enchentes em 18 de dezembro de 1960 que inundou a zona cerealista, então localizada no Brás, perto do Mercado Central, e determinou a sua transferência para o Ceasa, às margens do rio Pinheiros.
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O Brás teve a sua paisagem arquitetônica modificada pela construção do Metrô, nos anos 70. Uma área de 26 hectares foi declarada de utilidade pública e mais de 900 imóveis foram demolidos.
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O plano de reocupação das áreas demolidas para a construção do Metrô foi colocado em prática apenas entre 1986 e 1987, na última gestão do prefeito Jânio Quadros, resultando na construção de inúmeros prédios ao longo da linha do Metrô do Brás até o Belenzinho.
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